segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O Boxer

Estalão

O Boxer é um cão de estatura média, pêlo liso, é entroncado, de estrutura quadrada e ossos fortes. A musculatura é seca, fortemente desenvolvida e extremamente plástica.

Os movimentos são cheios de vida, de energia e simultaneamente, nobres.

Cabeça

A cabeça confere-lhe um cunho único, ela deve ser proporcional ao corpo e não deve ser muito pesada nem demasiado leve.

A parte superior da cabeça deve ser seca e angulosa, sem bossas proeminentes.

A sua beleza depende da relação harmónica que possa existir entre o focinho e a parte superior da cabeça.

Focinho

Deve estar fortemente desenvolvido nas suas três dimensões, ou seja, nem muito pontiagudo nem muito estreito, nem muito curto, nem muito chato.

As maxilas não devem terminar num mesmo plano, avançando ligeiramente o lábio inferior em relação ao superior, subindo um pouco no fim, para que, quando este tiver a boca fechada não ficar visível nem os dentes nem a língua.

O nariz é preto, largo e ligeiramente arrebitado.










A parte superior da cabeça

Deve ser ligeiramente abaulada, nem muito esférica e curta, nem muito chata e larga, a parte anterior da cabeça não deve ser demasiadamente alta. A fronte liga com o princípio do focinho que marca claramente a transição. A todo o comprimento do focinho até à fronte a transição deve ser gradual.

A ponta do focinho deve ser ligeiramente mais alta do que a raiz.


Orelhas

Devem ser de inserção alta, direitas, medianamente compridas e não muito fechadas, erguidas e colocadas verticalmente, com uma base não muito larga.

As orelhas que não são amputadas têm um tamanho médio, finas e de implantação bem afastada, no ponto mais alto do crânio, e não pendem para a frente.

Olhos

Estes são geralmente castanhos-escuros, não devem ser demasiado pequenos nem demasiado esbugalhados, nem muito fundos. Eles deixam transparecer energia e inteligência, mas nunca devem ser sombrios, nem ameaçadores, nem agressivos.








Pescoço

Arredondado, não muito curto nem muito grosso, mas de altura bem proporcionada, forte e musculoso, seco, sem papada nem peles dependuradas. Começa na nuca e desenha um arco elegante até ás costas.
Estrutura

É quadrada. As linhas que o delimitam horizontalmente nas costas e verticalmente nos membros dianteiros e traseiros formam um quadrado com a linha do chão. O tronco assenta sobre uma forte estrutura óssea.



Peito e Membros Anteriores

O peito é fundo e chega até aos cotovelos. As costelas são bem arqueadas chegando bem atrás. As linhas inferiores da barriga prolongam-se para trás numa linha elegante. O braço é longo e forma um ângulo recto com a omoplata. Os dois braços vistos de frente devem ser direitos, paralelos, devem ser fortes e de ossos sólidos. O antebraço é vertical, longo e vigorosamente musculado.

Costas

O cachaço deve ser bem marcado, as costas em si devem ser curtas, direitas, largas e fortemente musculadas.


Patas Traseiras

São fortemente musculadas, rijas e direitas e de pele extremamente elástica.

Quartos Traseiros

Ligeiramente inclinados, levemente arqueados e largos.

A transição para a cauda será um pouco elevada, a cauda será cortada e erecta. Visto de trás, deverá ter os membros traseiros direitos.

A articulação do pé deve ser seca e não deve ser proeminente.

Envergadura

O macho tem entre 57 e 63 cm e a fêmea tem entre 53 e 59 cm. Estas medidas devem ser tiradas de pé, do cachaço passando pelos cotovelos até ao chão.

Peso

O macho com cerca de 60 cm deve pesar mais de 30 kg, a cadela com 56 cm, aproximadamente, deverá pesar sensivelmente 25 kg.

Pêlo

Curto, duro, brilhante e colado ao corpo.

Cor

A cor pode ser amarela ou raiada, o amarelo aparece em vários tons, desde o avermelhado-escuro até ao amarelo-claro, do acaju-aleonado ao amarelo-claro; tigrado (fundo, do amarelo-dourado ao acaju-pardo com riscas transversais escuras e pretas). As marcas brancas não devem ser nunca predominantes. Antiface preto sobre o focinho.

Os tons intermédios são os mais bonitos, a face é negra só no focinho, não tendo, assim, um aspecto assustador. Dentro das variações de cor amarela, existem os que têm riscas escuras acompanhando as costelas, a cor base e as riscas devem conjugar bem. As riscas não devem ser muito esparsas nem muito concentradas, e a cor base não deve ter um ar encardido.

Um cão com a cabeça metade ou totalmente branca não é um cão de raça. Os cães cuja cor base é composta por branco em mais de um terço não correspondem ao standard.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Cão da Serra da Estrela


O Cão


“O Cão da Serra da Estrela tem o seu solar aqui na Serra desde remotas eras, perdendo-se no tempo a sua verdadeira origem. Deve ser, no entanto, uma das raças caninas mais antigas da Península Ibérica... Encontra-se desde as imediações das Faldas da Serra até às mais elevadas altitudes... Os cães acompanham os rebanhos como guardiões vigilantes... encontram-se ainda dispersos por vários pontos do país, sobretudo no centro, vindos da serra quando cachorros ou nascidos já de reprodutores oriundos das regiões serranas...”

Constitui este parte do resumo histórico, apêndice ao Estalão da Raça, concebido nos primórdios dos anos 30 pelo cinólogo Professor Dr. Manuel Fernandes Marques. Presume-se que foi o melhor possível, no tempo. Todavia não deixa de ser um factor muito importante nos dias que correm, porque sem este trabalho de base prévio agora teríamos as maiores dificuldades em continuar a desenvolver e a diversificar o historial da raça que teve a sua grande evolução nos últimos anos.

A transumância dos rebanhos de ovelhas da serra para as regiões de Coimbra, Douro e Idanha, onde os pastores se fixaram, temporariamente, durante os meses de inverno a apascentar o gado – dado que na serra os sucessivos nevões impossibilitavam o acesso dos animais às pastagens – fazia com que nesse período de tempo as cadelas se cobrissem e viessem depois a parir. Os cachorros criados acabariam por lá ficar entregues aos donos das propriedades onde os gados permaneciam. Por este principal motivo a raça foi-se fixando nesses domínios onde depois passou a desenvolver excelentes funções de guarda de propriedades e outros haveres. Assim a raça foi-se alastrando progressivamente a outras zonas do país, principalmente para norte.

Nos tempos que passam, o Cão da Serra da Estrela, além de já fazer história de Norte a Sul de Portugal, também se implantou no Reino Unido, Bélgica, Holanda, França, Escandinávia e também nos Estados Unidos da América e Brasil. Estamos em crer que, progressivamente, irá chegar a todo o mundo. “O Cão da Serra da Estrela é uma tentação”, assim o dizem os que conhecem e amam a raça.

Síntese das características principais:
cabeça forte (volumosa);
maxilas bem desenvolvidas;
máscara escura (preta);
muita rusticidade;
grande imponência;
olhar calmo e expressivo;
afável;
desconfiado e teimoso quando contrariado;
peito bem saliente;
patas grossas e cauda comprida;
bons movimentos;
excelentes capacidades de cão de guarda.
Forte personalidade


Origens dos nossos reprodutores:

Os nossos exemplares são provenientes de algumas dezenas de registos iniciais, diversificados, dos anos 60/70, que tivemos cuidado de seleccionar de harmonia com os padrões previstos pelo Estalão oficial da Raça. Por esta razão cumpre-nos o dever de mantermos uma razoável variabilidade genética nos seus descendentes, não descurando a homogeneidade excelente dos tipos de morfologia característica no que respeita à sua pelagem e variedade de cores, temos também em conta a preservação do seu bom carácter, independentemente de serem ou não filhos de campeões de beleza.

Controlo sanitário e entrega de cachorros:
Temos mantido um controlo permanente nas viroses, através de vacinações periódicas;
Procedemos aos despistes de R.X. da displasia coxofemural dos reprodutores, em geral;
Só entregamos cachorros depois dos 2 meses de idade, completamente desmamados, desparasitados e vacinados, e registados no livro de origens Português (LOP);
Os preços que praticamos são os normais, de acordo com as normas dos clubes de raça;
Satisfazemos os pedidos pela ordem de chegada.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Canil CasadasThuyas

O afixo Casa das Thuyas nasceu em Janeiro de 2005, no entanto a paixão pelos cães é mais antiga e foi em Novembro de 1998 que adquirimos o nosso 1º Cão da Serra da Estrela na cidade de Seia coração da Serra da Estrela e solar desta majestosa raça. Desde aí foi crescendo o amor pela raça o que, nos levou a participar em algumas exposições caninas ora como expositores, ora como espectadores.
Desde então fomos contactando com outros criadores e clubes de raça de maneira a conhecer cada vez melhor a raça. Mais tarde em 2001 foi-nos oferecida uma Basset Hound que viria a ser a responsável pelo interesse que a partir desse momento essa raça nos trouxe.
Em 2003 mudamos de casa para a zona rural de Mafra e começamos a adquirir outros exemplares destas duas raças. Foi então que achamos já estarem reunidas as condições necessárias para entrar na canicultura mais a sério.
Nasceu então o afixo Canil Casa das Thuyas com o nascimento da primeira ninhada em Janeiro de 2005. Nestes oito anos que passaram, pudemos aprender muito sobre estas duas raças e ao mesmo tempo, pudemos contactar com muitos criadores que nos proporcionaram um ensinamento e um conhecimento que hoje pomos ao serviço do nosso canil e destas duas raças.
Para atingir esses objectivos hoje em dia mantemos um controlo permanente nas viroses, através de vacinações periódicas. Procedemos a partir dos 18 meses de idade ao despiste da displasia da anca em todos os nossos exemplares.

Os cachorros criados com o nosso afixo só são entregues a partir dos 2 meses vacinados, microchipados, desparasitados e, registados no Livro de origens Português (LOP).
Os preços dos nossos cachorros estão de acordo com as normas dos Clubes de Raça.
Aceitamos reservas e, satisfazemos os pedidos por ordem de chegada.
Aproveitamos para agradecer aos amigos e conselheiros sem os quais não seria possível concretizar este projecto e que são:
Edgar da Mota Veiga Dolgner (Canil do Vale do Juiz)
Diamantino Hugo Pedro (Canil Casa do Trevo)

terça-feira, 8 de julho de 2014

Cão da Serra da Estrela

O Cão da Serra da Estrela é um cão que vem de Portugal é muito semelhante aos cães mastines, mas tem o nariz mais longo. É um cão muito forte.

O seu pêlo áspero ajuda-o a sobreviver ao Inverno rigoroso da elevada altitude e dantes a sua força permitia-lhe defender os rebanhos dos lobos.

Sua cor pode ser marrom, castanho ou cinza. Às vezes você pode ter manchas brancas

O Tamanho o Cão da Serra da Estrela é entre 60 - 75 cm e pode chegar a 50 quilos.

É um cão que está acostumado a viver em liberdade e precisa de muito espaço.  carácter um pouco independente. O Cão da Serra da Estrela necessita de um espaço suficiente para se movimentar à vontade e o dono deve ter algum tempo disponível para dedicar ao animal

É um cão que tem para cuidar os seus ouvidos, eles têm uma tendência a sofrer de otites.

Eles são cães que têm caráter muito forte. Devemos ser pacientes em treinamento.

http://brasil.mundimascota.com